COMUNICADO 001/2017 ANED – Gestão 2017/2019

Governo Temer quer trabalhador precarizado até a hora da morte!

Ofício 007/2016 e resposta da Dataprev

A ANED solicita esclarecimentos à DATAPREV sobre Progressão Funcional 2015 após inúmeras reclamações dos trabalhadores.

 

Ofício 008/2016 e resposta da Dataprev

A ANED solicita o cumprimento do acordo estabelecido na audiência de conciliação realizada entre Dataprev e representações dos trabalhadores.

 

Processo ANED contra GEAP - Andamento

Cópia do e-mail que recebemos da nossa assessoria jurídica dando conhecimento do andamento do processo da Aned contra a Geap.

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Apresentação Convênio ANED e UVA (set2021)

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Data do da criação: 2021-09-06

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DA CAMPANHA SALARIAL 2016/2017

Trabalhadores Dataprev podem enviar sugestões para a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2016/2017

É de suma importância a participação de todos os empregados na elaboração da Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial 2016/2017.

Foi dada a partida da negociação. Vamos participar. Não vamos deixar que outros reivindiquem por Nós!

O Sindpd-RJ está dando início à construção da pauta de reivindicações da campanha salarial 2016/2017 dos trabalhadores e trabalhadoras da Dataprev.

Serão consideradas as propostas enviadas por trabalhadores através de formulário padrão e que comparecerem à assembleia de aprovação da pauta e defenderem sua reivindicação. O prazo final para recebimento das sugestões é o dia 17/02/2016, às 18h.

Os trabalhadores que desejarem encaminhar sugestões de reivindicações devem clicar aqui e preencher o formulário próprio.

No dia 18/02/2016 será realizada, no auditório do Sindpd-RJ, assembleia para aprovação da pauta regional de reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras da Dataprev no Rio de Janeiro, às18h com primeira convocação e 18:30h com segunda e última chamada.

A união de todos em torno da Campanha Salarial é fundamental para conquistarmos nossas reivindicações!

Clique aqui e confira a pré-pauta.

Crise na Dataprev? Só mesmo para o andar de baixo! (jan/2016)

O ano de 2016 mal começou e a Dataprev já disse a que veio. Por meio da sua Diretoria de Pessoas que parece saber lidar muito melhor com máquinas, a empresa anunciou, em comunicado no último dia 15, a criação de uma “nova sistemática” para “estimular a melhoria da performance gerencial e premiar o alcance de resultados excepcionais”. O que esse engodo em forma de texto quis dizer (ou esconder?) foi o seguinte: enquanto os trabalhadores da Dataprev, sem cargos comissionados, têm seu índice de reposição de salários e tíquetes de 2015 fracionado e devidamente corrompido pela inflação galopante que assola este país?, o corpo gerencial receberá o mesmo aumento, porém em forma de gratificação. Será esta a recompensa para os gerentes furarem greves e se sentirem, cada vez menos, funcionários comuns?

A fórmula mágica de escamotear que os gerentes vão ganhar, sem qualquer luta, o mesmo índice dos trabalhadores que se mobilizaram contém ainda uma perversidade característica dos modelos ultraliberais de gestão: a meritocracia levada a extremos, operando para desumanizar e precarizar as relações de trabalho. Os gerentes agora terão de competir entre si – ou seja, entre suas equipes de trabalho – para garantir os tais “resultados excepcionais” e assim abocanharem uma maior fatia no bolo das gratificações. Fantástico, não? De dar inveja no tucanato doido para voltar ao poder...

Impressionante também é notar como a retórica de crise só se produz quando para ferir os anseios do andar de baixo. Se a Dataprev está em crise, por que sua diretoria não reduz os gastos com comissões e cargos de confiança? Por que não usa parte dos valores que poderia economizar cortando esses gastos para estimular a produtividade não de uma parcela de seu corpo funcional, mas de todos? Por que não envolver os trabalhadores na busca de soluções efetivas para a tão falada crise, se é que ela de fato existe para a empresa, que não parou de ostentar crescimento?

O que vemos no horizonte, no entanto, é um distanciamento cada vez maior entre a realidade econômica de subordinados e a de seus gerentes. E com um nível de cooptação levado quase à insânia burocrática. Quem fizer mais o jogo – sabe-se lá utilizando-se de quais expedientes – será premiado. Quem não fizer... O recado dado pela intitulada Diretoria de Pessoas, de seu camarote da crise, é o seguinte: “Vocês, gerentes, que se matem aí para manter os trabalhadores-máquinas calados e produtivos!”

Resta saber se vai funcionar. E por quanto tempo o dito camarote ainda continuará de pé.

Campanha Salarial revela velhos problemas e demonstra urgência por mudanças

Não de hoje, cada campanha salarial da Dataprev termina com a categoria saindo com um sentimento de derrota ou, no mínimo, de muita insatisfação. Isto se dá por diferentes motivos. Este ano, a desculpa oficial dos condutores desse ônibus caindo aos pedaços passará pela “crise”. Nós da Aned também concordamos em pôr a culpa na “crise”, mas em outros termos: a crise atinge, necessariamente, nosso âmbito, como entidade. A “crise” é principalmente de representação!


Claro que nos incluímos nessa crise de representatividade. Nem sempre podemos, nem sempre conseguimos dar conta do quanto esperam de nós, como uma associação nacional de trabalhadores(as). Mas, também é justo lembrarmos como a Aned tem buscado pensar e agir num cenário em que já passou da hora de transformar o processo de negociação, de torná-lo mais plural e combativo, mais democrático e politicamente eficaz. Há muito não dá mais para sustentar e acatar a falsa hegemonia, essencialmente burocrática, da Fenadados e seus sindicatos filiados – cuja legalidade reconhecemos mas cuja legitimidade como centralizadores do processo de negociação questionamos faz bastante tempo.

Isto porque a categoria mudou, e com ela o movimento sindical. Isto porque também o país mudou, as demandas por uma outra ética de organização coletiva, mais horizontal, cresceram, principalmente depois dos movimentos de 2013. E mudaram, sobretudo depois da chegada do PT ao governo federal, os próprios estamentos sindical e governamental – muitos dos que eram sindicalistas e que exerceram um papel fundamental na fundação do sindicalismo de TI hoje, ou melhor, há muitos anos ocupam cargos de governo, em sua grande parte “gerindo” o que antes condenavam: demissões, sucateamento de setores da empresa, terceirizações, opressão, assédios contra trabalhadores, perda de direitos, ataques à livre organização sindical e por aí vai.

A ficha das mudanças não vai “cair”, porém, para os que se encastelam tanto no poder sindical quanto no estatal. Essa “ficha” só vai ser percebida quando a categoria se mover, de baixo para cima. Sendo assim, cessam aqui nossas lamentações e repúdio por uma Campanha Salarial que só podemos classificar como mesquinha, cínica, e que provou mais uma vez que precisamos mudar, e mudar muito.

Não podemos nos dar ao luxo de parar e chorar. O ano de 2015 se aproxima de seu final, mas o reflexo do insucesso do dissídio direcionado pela Fenadados permanecerá em 2016 convivendo com um cenário de mais arrocho, de mais demissões, mais ataques aos trabalhadores, possíveis dissídios e parcelamentos para os anos seguintes.

A Aned desde já convida todos os trabalhadores da Dataprev para refletirmos juntos sobre o momento e nos prepararmos para as “brigas” que já estão colocadas e para as que ainda virão, num cenário de forte ataque aos(às) trabalhadores(as), de um governo operado por um banqueiro e refém de suas questionáveis escolhas; de um Congresso de perfil altamente conservador; e até mesmo de uma parcela da sociedade que parece querer voltar no tempo e reavivar monstrengos como o sucateamento das empresas públicas, corte de direitos e conquistas e aumento da repressão contra quem luta.

Está ruim com as representações que temos? Tratemos de transformá-las! Se possível, operar “por dentro”, filiando-se aos sindicatos, participando dos processos eleitorais para troca de diretorias pelegas, das OLTs, associações, congressos, enfim, dos fóruns oficiais e alternativos da categoria. Se for preciso, que se criem outras representações! Como está, não dá! Não temos, de nossa parte, qualquer objeção a mudanças, mesmo as que porventura nos afetem. TODA FORMA DE LUTA DEVE SER RESPEITADA E INCENTIVADA. E que as diferenças possam somar para mudar o quadro de desolação que temos hoje.

Não podemos engolir calados essa pizza fria em que se transformou nosso reajuste – fatiado, entregue fora do prazo de validade, com a gordura do mau uso da nossa representatividade a fermentar em nosso juízo.

Vamos à luta, companheirada! 2016 já começou!!!

 


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